Boletim: Dengue no Jacarezinho 2022

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LabJaca

Boletim: Dengue no Jacarezinho 2022

Boletim: Dengue no Jacarezinho 2022

Favelas e periferias representam uma concentração efetiva de pessoas pretas e pobres, com precarização de políticas públicas em diversos âmbitos, como a saúde e o meio ambiente. No Jacarezinho, o número de casos de tuberculose a cada 100 mil moradores é quatro vezes maior do que a média da cidade em 2019, sendo a favela nº 1 no ranking. As péssimas condições de moradia fazem as favelas terem a maior letalidade causada pela doença.

Falta de saneamento básico, esgoto a céu aberto, ausência de coleta de lixo, oferta irregular de água encanada, casas sem entrada de luz solar e com pouca circulação de ar, são alguns dos aspectos que fazem uma enorme lista de políticas e direitos básicos inexistentes. Tais fatores propulsionam a propagação de diversas doenças, como a tuberculose e a Covid-19, mas que também cercam outras que pouco ouvimos falar nesses últimos 2 anos: dengue, zika e chikungunya.

Diante deste cenário, o LabJaca elaborou este estudo, em parceria com o Infodengue (uma iniciativa da Fiocruz/FGV de monitoramento das arboviroses no Brasil), para explorar a relação entre dengue e favela, especialmente no contexto da pandemia da Covid-19.

Agradecemos imensamente a colaboração da equipe da Clínica da Família Anthidio Dias da Silveira e do Nica durante o trabalho de campo.

Veja o boletim completo: Dengue no Jacarezinho 2022